Artigos - Alcoólicos Anônimos de 'A' a 'V' 11

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110-. Narcóticos Anônimos (NA)
Em 1947, o novayorquino  Daniel Carlsonretornou pela sétima vez à Prisão Federal de Lexington, Kentucky, para refazer o tratamento para narco-dependência que aquela instituição oferecia (ver Adictos Anônimos). Desta vez ingressou no Grupo de Adictos Anônimos ali criado em janeiro desse mesmo ano, onde ele percebeu que poderia haver uma saída através da prática dos Doze Passos de A.A.,seguida por aquele grupo. Após uma estadia de seis meses retornou a Nova York e procurou uma sua conhecida, a Major Dorothy Barrydo Exército da Salvação, comprometida em ajudar as pessoas pobres, moradores de rua e adictos em particular. Em 1948,Daniel, Dorothy e uma mulher de nome Rae López, iniciaram um Grupo nos moldes da Prisão de Lexington na Prisão Federal de Nova York com o nome de NA-12, sendo NA de Narcóticos Anônimos e 12 de Doze Passos. Este Grupo durou pouco tempo. Entretanto, o “Modelo Lexington”baseado nos Doze Passos, foi sendo adotado pelo Sistema Prisional Federal em vários Estados e obteve a adesão e grande divulgação por parte do Exército da Salvação e da YMCA (Young Men's Christian Association ou, Associação Cristã de Moços). Assim, de 1950 a 1953, houve vários grupos surgindo em diferentes partes do país. Em Nova York e Chicago, orientados pelo Exército da Salvação. Nas prisões federais de Nova York, Kingston, Texas, Virgínia, etc. Estes grupos tiveram de várias denominações: Adictos Anônimos, Narcóticos Anônimos, grupo Narc, NARCO, Lorton, Notrol, DFH (Drugs Forming Habit - algo como dependentes de Drogas Formadoras de Hábito), etc. Em 2 de fevereiro de 1950, ingressou num Grupo de A.A. de Los Ángeles o imigrante escocês James Patrick Kinnon,  “Jimmy K.” (1911-1985), que além de alcoólico era dependente de outras drogas (ele é o criador do símbolo colorido ao lado). Nesse grupo encontrou-se com outros dependentes e o procedimento para se manterem em recuperação era participar das reuniões de A.A. como alcoólicos e ao final reunirem-se separadamente para falar sobre suas adicções, uma vez que não podiam falar delas em reuniões fechadas. Começaram a assistir às reuniões do grupo independente mais bem sucedido para a dependência de drogas, seguia a orientação dos Doze Passos e ficava em Vista, na região de Los Ángeles. Tinha sido criado por Betty Thom, que mantinha correspondência com Bill W. e atendia pela sigla DFH. Entretanto não se deram bem e acabaram abandonando as reuniões do DFH. 
Jimmy K. 
 
A partir daí, Jimmy K. junto com mais cinco membros do Grupo de A.A., Frank Carnahan, Doris Carnahan, Guilda Krause, Paul RosenblutheSteve Ryan,no Vale de São Fernando, na região de Los Àngeles, todos adictos a outras substâncias além de alcoólicos, começaram uma série de reuniões para criar umgrupo específico para adictos independente de Alcoólicos Anônimos, porém que mantivesse seu programa de recuperação. Surgiu assim, em 17 de agosto de 1953, o Grupo Valle de San Fernando de Alcoólicos Anônimos / Narcóticos Anônimos, um misto de associação que eles chamaram de AANA ou NAAA. Em 14 de setembro de 1953 receberam um comunicado do Escritório de Serviços Gerais de A.A. (GSO) em Nova York, dizendo que poderiam usar os Doze Passos de A.A. e as Tradições de A.A., mas não seu nome; substituiriam, então, as palavras alcoólico por adicto, alcoolismo por adicção e beberpor uso ou usar. O Grupo passou, então, a denominar-se Grupo Valle de San Fernando de Narcóticos Anônimos e sua primeira reunião documentada ocorreu, no dia 5 de outubro de 1953, com a presença de 17 pessoas. NA tem autores e literatura própria; a primeira edição de Narcóticos Anônimos, seu texto básico, foi publicada em 1983. Em 2007, a Irmandade de  contava com mais de 25 mil grupos espalhados por 127 países. 

111-. Narcóticos Anônimos no Brasil.
Em janeiro de 1971,  Sonia Mª,mulher de Donald, cofundador de A.A. em São Paulo, iniciou com duas pessoas um Grupo de Toxicômanos Anônimos (TA),que se reunia às terças-feiras numa sala do primeiro andar da Igreja da Consolação, na Capital; logo se formaram mais grupos na cidade e se estendeu a outras cidades. O primeiro Grupo com a denominação de Narcóticos Anônimos (NA),no Brasil estabeleceu-se em 1985, no Rio de Janeiro. Existiam, porém, grupos com diferentes nomes e o mesmo propósito baseados no programa dos Doze Passos de A.A.. Em 1990, estes grupos uniram-se à irmandade mundial deNA.

112-. Neurose =>De neuro(s)+ ose. 
Cada um dos vários tipos  de distúrbio emocional cuja característica principal é a ansiedade, e em que não se observam nem grandes distorções da realidade externa, nem desorganização da personalidade; nevrose.

113-. Neurótico/a => Que sofre de neurose.

114-. Neurótico/a em N/A. 
Para Neuróticos Anônimos, neurótica é qualquer pessoa cujas emoções interferem em seu comportamento,de qualquer forma e em qualquer grau, segundo ela mesma o reconheça.

115-. Neuróticos Anônimos (N/A)
é uma Irmandade formada por homens e mulheres que compartilham suas experiências, fortaleza e esperança para resolverem seus problemas emocionais comuns e dessa forma se reabilitarem da doença mental e emocional. Em uma carta dirigida a uma pessoa de nome Ollie, na California em 4 de janeiro de 1956, Bill manifestou seu desejo de apoiar alguém que pretendesse criar uma Irmandade para tratar de problemas emocionais com o formato de A.A., após ler o livro Neuroses e Desenvolvimento Humano escrito em 1950pela psicanalista e psiquiatra alemã, de Hamburgo, radicada nos EUA, Karen Horney (1885 – 1952). 
 
A Irmandade foi criada oito anos mais tarde, em 3 de fevereiro de 1964, em Washington, DC, EUA, pelo psicólogo Grover Boydston (1924 – 1996). Grover tinha tentado o suicídio cinco vezes antes dos 21 anos e, como Bill W. era neurótico e alcoólico. Ingressou em A.A. em 1956,e descobriu que a pratica dos Doze Passos também lhe estava ajudando a tratar a neurose. Para comprovar a experiência, ele incentivou uma cliente de seu consultório, não-alcoólica, a praticar os Doze Passos e o resultado foi satisfatório. Então escreveu para A.A.W.S. pedindo permissão para usar os Doze Passos substituindo a palavra “álcool” do Primeiro Passo, por “nossas emoções”.A permissão foi concedida e ele colocou um anúncio em um jornal de Washington DC, a respeito dos Neuróticos Anônimos. Organizou a primeira reunião com as pessoas que responderam ao anuncio, o grupo de N/A cresceu modestamente até que foi publicado um artigo sobre ele na Parade (Desfile) Magazine,a revista fundada em 1941 e de maior circulação aos domingos nos EUA;  posteriormente a Associated Presse a United Press International republicaram a história, e começaram a se formar grupos de N/A internacionalmente. 

116-. Neuróticos Anônimos no Brasil - 
N/A,foi introduzida por Sonia Mª,mulher de Donald M. Lazo, co-fundador de A.A. em São Paulo. O primeiro Grupo de N/A no Brasil foi fundado no presídio do Carandiru, em abril de 1969 onde Sonia contou com a colaboração de Donald e Edita. Esse grupo funcionou durante quatro anos mais ou menos. Uns seis meses após o seu início, e já não contando mais com a participação de Edita, Sonia e Donald abriram outro grupo no colégio religioso Sedes Sapientiae,na Rua Caio Prado, 102, onde funcionava o primeiro Grupo de A.A. e onde receberam apoio e colaboração da Madre Cristina (Célia Sosre' Doria) da Congregação Cônegas de Santo Agostinho, há muitos anos dedicada ao estudo de medicina e psicologia. Passados mais seis meses aproximadamente, esse grupo se transferiu para a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Rua Sampaio Vidal, onde até hoje continua realizando suas reuniões. Nesse novo local, revelou-se valiosa a colaboração prestada pelo Padre João Clímaco Cabral, que não somente cedeu a sala para as reuniões como também se interessou pelo Programa de recuperação de N/A, passando a recomendá-lo às pessoas que o procuravam, com problemas mentais e emocionais. Hoje funcionam no Brasil mais de 380 grupos de N/A que auxiliam, através da prática de seu programa, milhares de pessoas a vencerem suas emoções descontroladas e terem vidas normais e serenas. 

117-. Niacina (*) =>
também conhecida como vitamina B3, vitamina PP (**)ou ácido nicotínico - também denominados de vitaminas da inteligência - é uma vitamina hidrossolúvel cujos derivados desempenham importante papel no metabolismo energético celular e na reparação do DNA. A designação "vitamina B3" também inclui a amida correspondente, a nicotinamida, ou niacinamida. A nicotinamida e o ácido nicotínico são abundantes na natureza. Há predominância de ácido nicotínico nas plantas, enquanto nos animais predomina a nicotinamida. São encontrados principalmente no fígado, rim, coração, carnes magras, aves, ovos, peixes, amendoim crú ou com película, castanha do Pará, pimentão doce, cereais integrais, trigo (germe), trigo integral, Grover Boydston Parade Magazine (atual) levedo de cerveja em pó, feijão preto crú, e em vários legumes, frutas e verduras (brócoles, abóbora moranga, tomate, cenoura, aspargo, abacate e batata doce). 
(*) Ainda que as experiências com o LSD houvessem terminado, a amizade entre Bill e os Drs. Osmond e Hoffer (ver LSD), não se encerrou. Mais importante ainda, Bill manteve seu enorme interesse no trabalho contínuo desses dois médicos com esquizofrênicos e alcoólicos embora a abordagem de A.A. fosse primordialmente espiritual, e o trabalho deles relacionado à bioquímica. Os dois médicos acreditavam estar tendo sucesso no tratamento de alcoólicos que não conseguiam se manter sóbrios, administrando a eles niacina, ou seja, a vitamina B3. Achavam que quando administrada como parte do processo de desintoxicação, reduzia os efeitos da síndrome de abstinência ao álcool. No entender de Bill, eles haviam descoberto a “natureza exata” da alergia sobre a qual o Dr. Silkworth havia falado ao definir o alcoolismo, afirmando que o uso dessa palavra era incorreto na falta da palavra mais adequada. Com ela, queria descrever a tendência dos alcoólicos a apresentar certo desequilíbrio nos processos químicos do sangue, freqüentemente a hipoglicemia – baixo teor de açúcar no sangue. Hoffer e Osmond achavam que a niacina podia impedir até certo ponto as quedas de açúcar no sangue. Bill ficou entusiasmado com o trabalho de seus amigos, tomou ele próprio a vitamina e plenamente convencido quanto à eficiência e aos benefícios da niacina no tratamento dos problemas emocionais e do alcoolismo, encarregou-se de chamar a atenção da comunidade profissional – a classe médica. Obrigava as funcionárias do escritório a tomar o medicamento e, invocando seu talento como líder começou a advogar a B3, ao exército de AAs, que quase sem exceção eram seus fãs, com um zelo semelhante àquele que havia aplicado ao A.A. nascente 30 anos atrás. Este comportamento de Bill em relação à niacina, tal como tinha acontecido com o LSD, trouxe grande desconforto entre os membros mais articulados. Eles não tinham dúvidas de que ele estava violando diretamente pelo menos duas das suas próprias Tradições: a 6ª e a 10ª. O problema acabou sendo resolvido através de uma recomendação aceita pela Conferência de 1967, no sentido de assegurar a separação entre os assuntos de A.A., e aqueles não-AA. Para que os interesses pessoais de Bill – ou de qualquer membro - nesse, ou em qualquer assunto, não envolvessem a Irmandade, o conselho solicitou que o papel de carta de Bill tivesse outro endereço que não aquele do GSO (Escritório de Serviços Gerais), e que não fosse envolvido nenhum funcionário do GSO. 
(**) A denominação “PP” significa “Previne Pelagra” (pelagra, do italiano pelle agra => pele áspera), manifestação encontrada principalmente em quem come muito milho e em bebedores excessivos de destilados quando mal-alimentados.
 
118-. Obsessão=> Do latimobsessione. Preocupação com determinada idéia, que domina doentiamente o espírito, e resultante ou não desentimentos recalcados; idéia fixa; mania.
 
119-. Paraldeido=> 
Composto químico a base de ácido acético. É um líquido incolor, com forte odor e sabor desagradável. Têm propriedades hipnóticas, é eficaz e de ação rápida. É utilizado em convulsões do estado epilético, do tétano e na abstinência de usuários crônicos de álcool e barbitúricos. O uso inadequado causa depressão grave do sistema nervoso central, respiração rápida e difícil, gastrite hemorrágica, hepatite tóxica, nefrose e edema pulmonar. 
 
O Dr. Bob recomendava aos primeiros aspirantes a membros do movimento que passassem por uma internação no City Hospital de Akron. Exigia-se, mesmo dos pacientes que se haviam tratado quando pediam ajuda que se internassem num quarto particular por períodos que variavam de cinco a oito dias. Depois que o bêbado ainda sujo e intoxicado era colocado no quarto, a enfermeira recebia as seguintes ordens do Dr. Bob:“Esqueça tudo que aprendeu sobre internação de pacientes. Faça exatamente o que vou lhe dizer: não tire a roupa dele, não lhe dê banho, esqueça coleta de urina e nem limpe a cama se vomitar; se deitar no chão deixe-o lá. Ele vai querer uma bebida; diga-lhe que pode ter toda bebida que quiser desde que tome um pouco de paraldeido antes de tomar o uísque e outro pouco depois de beber”.



Índice
1-. Abstêmio/a 
2-. Abstinência 
3-. Abstinência em A.A. 
4-. Adicção 
5-. Adicto 
6-. Adictos Anônimos 
7-. Agnosticismo 
8-. Agnóstico 
9-. Akron (o berço de A.A.) 
10-. Al-Anon. 
11-. Al-Anon no Brasil. 
12-. Alateen. 
13-. Álcool 
14-. Alcoólatra 
15-. Alcoólico/a 
16-. Alcoólico ou alcoólatra? 
17-. “Meu nome é...” 
18-. Alcoólico recuperado ou em recuperação? 
19-. Alcoólicos Anônimos – A Irmandade. 
20-. Alcoólicos Anônimos - O nome. 
21-. Alcoólicos Anônimos - O livro. 
22-. Alcoólicos Anônimos no Mundo. 
23-. Alcoólicos Anônimos no Brasil. 
24-. Alcoólicos Anônimos em São Paulo. 
25-. Alcoolismo 
26-. Primeiros estudos sobre o alcoolismo. 
27-. Estudos sobre o moderno alcoolismo. 
28-. Alcoólicos Anônimos: 
o primeiro movimento social... 
29-. Centro de Estudos do Álcool. 
30-. Comitê Nacional de Educação 
 sobre Alcoolismo. 
31-. A classificação do Alcoolismo segundo 
 a Associação Psiquiátrica Americana. 
32-. A classificação do Alcoolismo segundo 
 a Organização Mundial da Saúde. 
33-. A carreira alcoólica de Bill W. 
34-. A carreira alcoólica do Dr. Bob. 
35-. Alcoolista, ou etilista 
36-. Alucinação 
37-. Anonimato 
38-. Anonimato em A.A. 
39-. Antabuse 
40-. Ateísmo 
41-. Ateu 
42-. Bafômetro 
43-. Barbitúrico 
44-. Bebedor exagerado, 
45-. Beladona 
46-. Companheirismo 
47-. Companheirismo em A.A. 
48-. Companheiro/a 
49-. Comunicação 
50-. Comunicar 
51-. Comunidade 
52-. Conceito 
53-. Conceito(s) em A.A. 
54-. Costume 
55-. Costumes 
56-. Costumes em A.A 
57-. A história das Fichas. 
58-. A oração da Serenidade. 
59-. Alcoólicos Anônimos e as orações.
60-. Cura 
61-. Cura (a) da Beladona 
62-. Delírio 
63-. Delirium-tremens 
64-. Despertar 
65-. Despertar espiritual 
66-. Doença 
67-. Dogma 
68-. Dogmatismo 
69-. Dogmatista 
70-. Doutrina 
71-. Espiritual 
72-. Espiritualidade 
73-. Espiritualismo 
74-. Estigma 
75-. Ética 
76-. Êxtase 
77-. Garantia 
78-. Garantia (s) em A.A. 
79-. Grupo 
80-. Grupo de A.A. 
81-. Grupo de Oxford. 
82-. Grupos Anônimos de Ajuda Mútua. 
83-. Humildade 
84-. Ianque. 
85-. Irmandade 
86-. Irmandade de Alcoólicos Anônimos. 
87-. Legado 
88-. Os Três Legados de A.A. 
89-. Lei 
90-. Alcoólicos Anônimos e a Lei. 
91-. Lei Hughes. 
92-. Lei Seca (a). 
93-. Lei Seca (a) no Brasil. 
94-. Literatura 
95-. Literatura em A.A. A origem 
96-. Literatura aprovada pela Conferência. 
97-. LSD 
98-. Mensagem 
99-. Mescalina 
100-. Meditação 
101-. Meditar 
102-. Mentor 
103-. Modelo Minessotta 
104-. Moção 
105-. Moção em A.A. 
106-. Moral 
107-. Morbidez 
108-. Mórbido 
109-. Narcótico 
110-. Narcóticos Anônimos (NA) 
111-. Narcóticos Anônimos no Brasil. 
112-. Neurose 
113-. Neurótico/a 
114-. Neurótico/a em N/A. 
115-. Neuróticos Anônimos (N/A) 
116-. Neuróticos Anônimos no Brasil - N/A, 
117-. Niacina 
118-. Obsessão 
119-. Paraldeido 
120-. Paranóia 
121-. Passo(s) 
122-. Os Doze Passos de A.A. – Sua concepção 
123-. Os Doze Passos de A.A 
124-. Patologia 
125-. Pecado 
126-. Política 
127-. Pragmático 
128-. Pragmatismo 
129-. Prece 
130-. Princípio 
131-. Princípios 
132-. Proceder 
133-. Procedimento 
134-. Promessa 
135-. As doze “promessas” de A.A. 
136-. Psicose 
137-. Questão de ordem 
138-. Questão de ordem em A.A. 
139-. Recuperação 
140-. Recuperação em A.A. 
141-. Religião 
142-. Alcoólicos Anônimos e a religião 
143-. Religiosidade 
144-. Serenidade 
145-. Simples. 
146-. Simplicidade 
147-. Simplismo 
148-. Simplista 
149-. Síndrome 
150-. Síndrome de Wernicke-Korsakoff 
151-. Sobriedade 
152-. Sobriedade Em A.A. 
153-. Sugerir. 
154-. Sugestão 
155-. Teísmo 
156-. Temperança 
157-. Movimentos Pro-temperança. 
158-. American Temperance Society (ATS) 
159-. Sociedade de Temperança Washington. 
160-. União Feminina pela Temperança Cristã. 
161-. Anti-Saloon League. 
162-. Movimento Emmanuel. 
163-. Jacoby Club. 
164-. Terapia 
165-. Terapeuta 
166-. Terapeuta leigo, Conselheiro, ou, Consultor 
167-. Tolerância 
168-. Tradição 
169-. ‘Os filhos do caos’ e o nascimento das Tradições de A.A 
170-. As Doze Tradições de A.A.: 
171-. Unicidade 
172-. Unicidade de propósito em A.A. 
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