Artigos - Alcoólicos Anônimos de 'A' a 'V' 5



50-. Comunicar =>
Do latim communicare. Fazer saber; tornar comum; participar. Estabelecer relação; ligar, unir. Estabelecer comunicação, entendimento, convívio; entender-se, dialogar. 

51-. Comunidade =>
Do latim communitate. Qualidade ou estado do que é comum; comunhão. Qualquer grupo social cujos membros habitam uma região determinada, têm um mesmo governo e estão irmanados por uma mesma herança cultural e histórica. Grupo de pessoas que comungam uma mesma crença ou ideal. Agrupamento que se caracteriza por forte coesão baseada no consenso espontâneo dos indivíduos.

52-. Conceito =>Do latim conceptu. Representação dum objeto pelo pensamento, por meio de suas características gerais.  Ação de formular uma idéia por meio de palavras; definição, caracterização. Noção, idéia, caracterização. Apreciação, avaliação, julgamento, opinião. 

53-. Conceito(s) em A.A.:
a definição caracteriza uma série de procedimentos sugerida para orientar as atividades dos órgãos de serviços dentro da estrutura da Irmandade; foram condensados em “Os Doze Conceitos para Serviços Mundiais”,publicados em 1962 e que começaram a ser gestados em 1947– 48, quando Bill W. pensando sobre o futuro de A.A., aproximou-se do Dr. Bob através de uma carta, apresentando-lhe as seguintes sugestões: (1) que fosse concedido aos Grupos pleno controle sobre seus assuntos e (2) que os Grupos fossem vinculados ao conselho e ao escritório central, através daquilo que ele chamou de Conferência de Serviços Gerais. Essa Conferência seria formada por Delegados representativos eleitos pelos próprios Grupos. Até então tudo isto era feito pelo Conselho de Administração e o Escritório de Serviços Gerais. Esta proposta também foi enviada aos nove Custódios da Fundação do Alcoólico, na forma de um memorando que Bill intitulou “Um Código de Tradições Sugeridas para o Escritório Central”. Esse “Código...” tinha doze seções tal como “Os Doze Passos Sugeridos”, e “Os Doze Pontos para Garantir Nosso Futuro”(que a partir de 1949 chamar-se-iam “As Doze Tradições de Alcoólicos Anônimos”)Esta proposta não agradou aos Custódios, que se colocaram na defensiva.Em 1951, após a dissolução da Fundação do Alcoólico, foi criada a Conferencia de Serviços Gerais que congregava os Delegados escolhidos pelos Grupos para representá-los. Em outubro de 1954, a Junta de Custódios vinculou-se à Irmandade constituindo, junto com a Conferencia, a Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos. 
 
Em 1962 a Conferência aceitou aquele “Código para o Escritório Central” que, com as devidas adaptações à nova situação, passou a se chamar “Os Doze Conceitos para Serviços Mundiais”.Apesar do desejo de Bill W., que esperava que os Conceitos fossem considerados como princípios, equiparando-os aos Doze Passos e às Doze Tradições a Conferência os considerou como procedimentos e, recomendou que, inicialmente, esse material fosse distribuído como suplemento ao “Manual do Terceiro Legado” – que existia desde 1951(hoje “Manual de Serviços de A.A.”) e, posteriormente como parte integral do próprio manual. Os “Os Doze Conceitos para Serviços Mundiais”são uma interpretação de Bill W. sobre a estrutura de serviços mundiais de A.A. Sua finalidade é demonstrar o “porquê” desta estrutura para que as lições do passado não sejam esquecidas ou perdidas. Tem o mérito de ser um complemento para o “Manual de Serviços de A.A.” e para as “Doze Tradições de A.A”. descrevendo conceitos até então não definidos por escrito, como os direitos de “decisão”, “participação”, “petição”,além do princípio de “autoridade”. (Os Doze Conceitos...,Levar Adiante, Manual de Serviços de A.A.) Estes Conceitos – exceto o 12º que se refere às Garantias Gerais da Conferência - poderão ser alterados, ou emendados, pelas Juntas de Serviços Gerais de cada pais membro (por esta circunstância não podem ser considerados princípios, uma vez que ficam sujeitos à conveniência de cada país membro e descaracterizando sua universalidade) – a JUNAAB já usou desta prerrogativa ao modificar o 8º Conceito. 

54-. Costume =>
Do latim consuetudime. Uso, hábito, ou prática geralmente observada. 

55-. Costumes =>
Procedimento, comportamento. Numa sociedade determinada, os comportamentos que são prescritos, do ponto de vista moral. Atitude ou valor social consagrado pela tradição e que se impõe aos indivíduos do grupo e se transmite através das gerações. 

56-. Costumes em A.A.: a adoção de costumes próprios, que caracterizam e singularizam os Grupos e suas atividades, é o exercício da prerrogativa de autonomia garantida pela Quarta Tradição, desde que respeite as Tradições e não interfira na autonomia de outros Grupos e nas disposições gerais da Irmandade. Assim, a escolha do local e o nome do Grupo, a disposição da sala; a definição das reuniões, seus dias e horários, seu tempo de duração, seu formato; a adoção ou não de orações, e a maneira de fazê-lo;a disponibilidade de literatura e seu gênero, independendo de ser aprovada ou não pela Conferência; a entrega ou não de fichas ou qualquer outra homenagem ou atividade relativas ao tempo de abstinência de seus membros; a maneira de levar a mensagem de A.A. em sua comunidade: a promoção de eventos relacionados com o convívio e confraternização de seus membros; a promoção de eventos destinados a angariar fundos para o custeio do próprio Grupo, etc. A execução destas ações é determinada unicamente pela aprovação da consciência coletiva dos membros do Grupo, sempre após o assunto pertinente ser amplamente debatido e examinado e tendo ouvido todos os pontos de vista antes que o Grupo vote, e de ninguém mais. 

57-. A história das Fichas.
Nos primórdios da Irmandade nos EUA, além de poucas reuniões, não existia, ainda, uma estrutura de apoio suficientemente organizada para atender àqueles membros vacilantes que muitas vezes, na falta de uma palavra ou um conselho, voltavam ao copo. Com o intuito de dar suporte a qualquer companheiro/a com dúvidas ou em apuros, desenvolveram um método de ajuda rápida que se revelou de grande sucesso, ao qual chamaram de“Psicologia do Níquel (#) no Telefone”. Consistia em sugerir aos membros que levassem em seus bolsos o número de telefone de outros companheiros junto com alguns “níqueis” (moedas) 
e num momento de vacilo procurar apoio através de uma chamada telefônica, tal como Bill W. fez ao meio dia do sábado 11 de maio de 1935, no saguão do Hotel Mayflower, em Akron, ao procurar outro alcoólico para conversar. No Brasil dos anos 1950, o uso do telefone não daria certo, uma vez que o aparelho era uma raridade para uso público, e o particular um privilégio para poucos. Então alguém sugeriu que o uso de fichas de variadas cores utilizadas em casas de jogo – cujo funcionamento o governo federal recentemente tinha proibido, poderia ser uma boa alternativa ao uso do telefone, uma espécie de “Psicologia do Plástico no Bolso”. Funcionava assim: até a ficha de dois anos, existia a “troca de ficha”que era feita com a entrega de uma ficha usada por um companheiro mais antigo, durante um determinado tempo, para alguém mais novo/a e recebia de outro companheiro a ficha que este havia usado. Estas fichas levavam com elas a vontade, a força, as conquistas e o desejo de sucesso de quem as devolvia a quem as recebia. Por outro lado, no caso de uma infortunada recaída, devia o companheiro, sigilosamente, acompanhado de seu padrinho ou madrinha, ou alguém de sua absoluta confiança, literalmente  “quebrar a ficha”  que lhe acompanhava, evitando o prosseguimento de seu ciclo negativo. (Adaptado de um artigo publicado na página 49 do exemplar da Vivência nº 106, assinado por Anônimo. Santos, SP). Vale dizer que o ato da entrega de fichas, sua freqüência e a forma de fazê-lo, ou não, é uma prerrogativa de cada Grupo adotada conforme sua consciência coletiva. Ainda assim, a aceitação ou recusa da ficha é de livre vontade de cada membro. Muitos AAs celebram seus “aniversários” fazendo doações voluntárias e anônimas aos Órgãos de Serviço conforme suas poses ou doando literatura a companheiros novos. Os Grupos deverão  evitar fazer entrega de fichas e/ou homenagens em reuniões de divulgação ou de Informação ao Público. É consenso que as fichas celebram o tempo de abstinência continuada – sem recaída, que é, também, o tempo que conta para pleitear qualquer encargo na estrutura de A.A.. Como ninguém pode ser fiscalizado, este tempo baseia-se numa afirmação moral de cada membro. O tempo de Irmandade é contado desde quando o membro manifestou seu desejo de nela ingressar. Não existindo infração, penalização, punição nem expulsão não existe reingresso na Irmandade, mas sim, retomada do tempo de abstinência a partir de uma eventual recaída.

58-. A oração da Serenidade. 
Em junho de 1941, Jack, um jornalista membro do Grupo de Nova York, apareceu no escritório da Irmandade depois dese deparar com uma notícia na coluna “In Memoriam”, do jornal ”Herald Tribune” de Nova York. Sob o relato comum de uma pessoa que tinha falecido, apareceu o seguinte texto dirigido a uma mãe: “Deus me dá a serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que posso e sabedoria para perceber a diferença”. Após pesquisas, foi encontrada inserida num sermão do Rev. Reinhold Niebuhrdo seminário União que, por sua vez, atribuiu-a ao teólogo alemão do século XVIII, Friedrich Oetinger. 
 
A princípio foi colocada na correspondência enviada pelo escritório. Com o tempo, alguns Grupos gostaram e passaram a proferi-la nas suas reuniões após adaptarem o texto que ficou assim: “Concedei-nos Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e, sabedoria para distinguir umas das outras”. 
Importante:O uso desta ou de qualquer oração no Grupo e a forma de fazê-la – em pé ou sentados, antes e/ou depois da reunião - deverá ser aprovado pela consciência coletiva e, sempre, precedida do aviso verbal de que sua profissão tem caráter estritamente voluntário e individual. Dos Grupos que mantém este costume, alguns professam a oração em pé,enquanto que outros consideram mais coerente e condizente com o propósito único, se manterem sentados em consideração àquelas pessoas que eventualmente tenham objeção a respeito, até porquê, para aqueles que acreditam, é o espírito que deve se elevar e não a postura do corpo. Em nenhuma circunstância deverão ser proferidas orações em reuniões públicas informativas nem em divulgações externas ou eventos comemorativos com a participação da comunidade. Embora a prática da oração esteja sugerida no programa – particularmente no 11º Passo, a Irmandade não tem orações próprias.

59-. Alcoólicos Anônimos e as orações. 
Transcrito, com permissão, do texto em español no boletimoficialdo GSO, Box 4-5-9, Vol. 35, Nº 6/ Edição de Natal 2002 
http://www.aa.org/subpage.cfm?page=27
Início da transcrição=> “Depois de ter lido grande quantidade de material informativo sobre A.A. em seu sítio na Web (www.aa.org), me armei de suficiente coragem para assistir a minha primeira reunião”escreveu um iniciante chamado Ben E., numa mensagem eletrônica dirigida ao Escritório de Serviços Gerais – ESG, no passado mês de julho (em 2002). “Embora me tenha mantido sem beber desde o dia 11 de junho, minhas primeiras 24 horas de abstinência, acredito precisar da ajuda e do apoio de um Grupo de A.A. para me assegurar no processo de sobriedade e evitar uma recaída. A pergunta que quero lhes fazer é a seguinte: como conciliar o fato de que A.A. parece ter um forte componente espiritual com o fato de que eu sou ateu convicto? Ofenderei outras pessoas na reunião se não rezo o Pai-Nosso? Seria um fator perturbador o fato de um incrédulo ficar entre pessoas crentes em Deus?” Um membro do pessoal do ESG lhe enviou a seguinte resposta: “Podemos lhe dizer, Ben, que muitos membros de A.A. que foram e ainda são ateus ou agnósticos, têm podido manter-se longe do primeiro gole, dia após dia, colocando em prática os princípios da Irmandade representados pelos Doze Passos e as Doze Tradições. No que diz respeito à fé, os AAs sóbrios caminham por trilhas muito diferentes. A.A. não é um programa religioso. Dizemos em nosso Preâmbulo que não estamos ligados a nenhuma seita ou religião, e que o único requisito para ser membro de A.A. é o desejo de parar de beber”. Disse ainda, que“em muitos Grupos dos EUA e Canadá é tradicional encerrar as reuniões proferindo o Pai-Nosso ou a Oração da Serenidade, porém, cabe ao Grupo determinar o que, como e se fazer ou não. É provável que, segundo alguns pioneiros, o costume de rezar o Pai Nosso tenha sido herdado do Grupo de Oxford, precursor de A.A. Os Arquivos Históricos de A.A. guardam materiais explicando que naqueles primeiros tempos em que não existia literatura própria e nem sequer a Irmandade tinha um nome, os Grupos pioneiros recorriam a leituras na Bíblia para inspiração e orientação. Com o tempo essa inclinação religiosa foi desaparecendo na medida em que ficava cada vez mais claro que o programa de recuperação de A.A. – na medida em que a Irmandade ia produzindo sua literatura, podia superar todas as barreiras, aí incluídas as barreiras étnicas, políticas, sexuais, sociais ou religiosas. Contudo, o Pai-Nosso continuou a ser proferido em muitas reuniões ao redor do mundo. É razoável supor que esse costume de encerrar as reuniões com essa oração teve continuidade porque, como Bill W. explicou mais tarde, ‘não queriam encarregar aos oradores e coordenadores o trabalho, molesto para muitos, de criar suas próprias orações’. Está claro que em toda a história de A.A. a profissão de qualquer oração tem sido um ato estritamente voluntário. É procedimento adotado pela maioria dos Grupos, que o responsável pela coordenação, ao anunciar qualquer oração, peça aos presentes que o façam ‘se não tiverem objeção e assim o desejarem’”. Na carta que Ben recebeu, o membro do pessoal do ESG faz notar: “Bill W. se declarou durante um tempo como sendo ateu ou agnóstico. Ele acreditava que esse assunto era uma questão de grande significado para A.A. e por isso foi dedicado ao tema integralmente o Capítulo IV do Livro Azul – Nós os Agnósticos. Também no folheto ‘Você pensa que é diferente?’, aparecem as histórias de um agnóstico e de um ateu. A experiência coletiva de A.A. sugere que, para alcançar a sobriedade e se manterem sóbrios, os alcoólicos precisam aceitar e depender de uma entidade ou força espiritual que reconheçam como superior a si próprios. Alguns escolhem o Grupo de A.A. como seu ‘Poder Superior’; outros ao ‘Deus conforme sua própria concepção’; e outros dependem de conceitos muito diferentes. O mais importante é que os membros, de forma individual, tenham completa liberdade para interpretar estes valores da maneira que melhor lhes convir; ou para não pensar neles em absoluto. Quanto a rezar o Pai-Nosso, ou, hoje em dia, a popular ‘Oração da Serenidade’ – ou participar de qualquer atividade do Grupo, a decisão cabe unicamente à maioria ou à consciência coletiva do Grupo. A mais ninguém. Portanto, Ben, você não tem que participar de nenhuma oração, e se alguém se sente ofendido por isso, não é um problema seu, mas dele. E, enquanto a ser o ‘incrédulo’ do Grupo, isso também é assunto exclusivamente seu. É de se esperar que encontre um padrinho compreensivo que possa guiá-lo nos Passos e ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas e acalme suas inquietações. Se você comparecer regularmente às reuniões e se mostrar disposto a servir o Grupo, seus novos companheiros, sem dúvida, irão lhe proporcionar uma acolhida muito positiva. Também gostaria de lhe dizer que acredito que a totalidade é algo mais que a soma das partes. Em muitíssimas reuniões de A.A. a sala parece repleta de fé e amor e carinho mútuo. Estas coisas eu as sei de uma maneira diferente da costumeira maneira de saber; e, embora não possa demonstrá-lo, eu sei que é realidade. Alguns companheiros, conhecidos meus, ao dizer Deus, não se referem a um ser sobrenatural ou seguem o conceito judaico-cristão, porém, querem dizer uma ‘direção boa e ordenada’ e esse conceito me ajudou a abandonar o círculo de debate a respeito das crenças de outras pessoas”. 
<=Fim da transcrição



Índice
1-. Abstêmio/a 
2-. Abstinência 
3-. Abstinência em A.A. 
4-. Adicção 
5-. Adicto 
6-. Adictos Anônimos 
7-. Agnosticismo 
8-. Agnóstico 
9-. Akron (o berço de A.A.) 
10-. Al-Anon. 
11-. Al-Anon no Brasil. 
12-. Alateen. 
13-. Álcool 
14-. Alcoólatra 
15-. Alcoólico/a 
16-. Alcoólico ou alcoólatra? 
17-. “Meu nome é...” 
18-. Alcoólico recuperado ou em recuperação? 
19-. Alcoólicos Anônimos – A Irmandade. 
20-. Alcoólicos Anônimos - O nome. 
21-. Alcoólicos Anônimos - O livro. 
22-. Alcoólicos Anônimos no Mundo. 
23-. Alcoólicos Anônimos no Brasil. 
24-. Alcoólicos Anônimos em São Paulo. 
25-. Alcoolismo 
26-. Primeiros estudos sobre o alcoolismo. 
27-. Estudos sobre o moderno alcoolismo. 
28-. Alcoólicos Anônimos: o primeiro movimento social... 
29-. Centro de Estudos do Álcool. 
30-. Comitê Nacional de Educação sobre Alcoolismo. 
31-. A classificação do Alcoolismo segundo  a Associação Psiquiátrica Americana. 
32-. A classificação do Alcoolismo segundo a Organização Mundial da Saúde. 
33-. A carreira alcoólica de Bill W. 
34-. A carreira alcoólica do Dr. Bob. 
35-. Alcoolista, ou etilista 
36-. Alucinação 
37-. Anonimato 
38-. Anonimato em A.A. 
39-. Antabuse 
40-. Ateísmo 
41-. Ateu 
42-. Bafômetro 
43-. Barbitúrico 
44-. Bebedor exagerado, 
45-. Beladona 
46-. Companheirismo 
47-. Companheirismo em A.A. 
48-. Companheiro/a 
49-. Comunicação 
50-. Comunicar 
51-. Comunidade 
52-. Conceito 
53-. Conceito(s) em A.A. 
54-. Costume 
55-. Costumes 
56-. Costumes em A.A 
57-. A história das Fichas. 
58-. A oração da Serenidade. 
59-. Alcoólicos Anônimos e as orações.
60-. Cura 
61-. Cura (a) da Beladona 
62-. Delírio 
63-. Delirium-tremens 
64-. Despertar 
65-. Despertar espiritual 
66-. Doença 
67-. Dogma 
68-. Dogmatismo 
69-. Dogmatista 
70-. Doutrina 
71-. Espiritual 
72-. Espiritualidade 
73-. Espiritualismo 
74-. Estigma 
75-. Ética 
76-. Êxtase 
77-. Garantia 
78-. Garantia (s) em A.A. 
79-. Grupo 
80-. Grupo de A.A. 
81-. Grupo de Oxford. 
82-. Grupos Anônimos de Ajuda Mútua. 
83-. Humildade 
84-. Ianque. 
85-. Irmandade 
86-. Irmandade de Alcoólicos Anônimos. 
87-. Legado 
88-. Os Três Legados de A.A. 
89-. Lei 
90-. Alcoólicos Anônimos e a Lei. 
91-. Lei Hughes. 
92-. Lei Seca (a). 
93-. Lei Seca (a) no Brasil. 
94-. Literatura 
95-. Literatura em A.A. A origem 
96-. Literatura aprovada pela Conferência. 
97-. LSD 
98-. Mensagem 
99-. Mescalina 
100-. Meditação 
101-. Meditar 
102-. Mentor 
103-. Modelo Minessotta 
104-. Moção 
105-. Moção em A.A. 
106-. Moral 
107-. Morbidez 
108-. Mórbido 
109-. Narcótico 
110-. Narcóticos Anônimos (NA) 
111-. Narcóticos Anônimos no Brasil. 
112-. Neurose 
113-. Neurótico/a 
114-. Neurótico/a em N/A. 
115-. Neuróticos Anônimos (N/A) 
116-. Neuróticos Anônimos no Brasil - N/A, 
117-. Niacina 
118-. Obsessão 
119-. Paraldeido 
120-. Paranóia 
121-. Passo(s) 
122-. Os Doze Passos de A.A. – Sua concepção 
123-. Os Doze Passos de A.A 
124-. Patologia 
125-. Pecado 
126-. Política 
127-. Pragmático 
128-. Pragmatismo 
129-. Prece 
130-. Princípio 
131-. Princípios 
132-. Proceder 
133-. Procedimento 
134-. Promessa 
135-. As doze “promessas” de A.A. 
136-. Psicose 
137-. Questão de ordem 
138-. Questão de ordem em A.A. 
139-. Recuperação 
140-. Recuperação em A.A. 
141-. Religião 
142-. Alcoólicos Anônimos e a religião 
143-. Religiosidade 
144-. Serenidade 
145-. Simples. 
146-. Simplicidade 
147-. Simplismo 
148-. Simplista 
149-. Síndrome 
150-. Síndrome de Wernicke-Korsakoff 
151-. Sobriedade 
152-. Sobriedade Em A.A. 
153-. Sugerir. 
154-. Sugestão 
155-. Teísmo 
156-. Temperança 
157-. Movimentos Pro-temperança. 
158-. American Temperance Society (ATS) 
159-. Sociedade de Temperança Washington. 
160-. União Feminina pela Temperança Cristã. 
161-. Anti-Saloon League. 
162-. Movimento Emmanuel. 
163-. Jacoby Club. 
164-. Terapia 
165-. Terapeuta 
166-. Terapeuta leigo, Conselheiro, ou, Consultor 
167-. Tolerância 
168-. Tradição 
169-. ‘Os filhos do caos’ e o nascimento das Tradições de A.A 
170-. As Doze Tradições de A.A.: 
171-. Unicidade 
172-. Unicidade de propósito em A.A. 
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