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Relatórios do RCTO de 2013








R.C.T.O - Representante do Comitê Trabalhando com os Outros 

Trabalhar na espiritualidade do CTO é algo de muito intimo e intensamente iluminado.

A experiência concebida no exercício de sua ação, coloca o Programa de Alcoólicos Anônimos disponível no relacionamento constante e salutar com a comunidade profissional em qualquer tempo e lugar.

VIDA QUE DÁ VIDA

O coração de A.A. é um alcoólico transmitindo a mensagem a outro alcoólico. Enquanto outros métodos fracassam, este funciona, porque é o resultado do programa de recuperação sugerido, ou seja, o crescimento espiritual, fruto da humanidade e da gratidão (12º Passo). Desde os seus primeiros dias, A.A. vem recebendo a cooperação de profissionais das mais diversas áreas de atividades para fazer chegar a sua mensagem a outros alcoólicos. A mensagem de A.A. também é divulgada através da imprensa, observando os três legados, cumprindo-se assim, o nosso propósito primordial (5ª Tradição). Para que seja cumprido com eficácia esse propósito, é necessário a formação do Comitê Trabalhando com os Outros (CTO), com a finalidade de organizar, estruturar, padronizar e facilitar a divulgação da mensagem de A.A. o CTO é formado pelas comissões:

. Cooperação com a Comunidade Profissional – CCCP

. Informação ao Público – CIP

. Instituições de Tratamento – CIT

. Instituições Correcionais – CIC

(Manual de Serviço de A.A. – Edição 2005)

O RCTO – REPRESENTANTE DO COMITÊ TRABALHANDO COM OS OUTROS

O CTO é responsável pelo sucesso do relacionamento entre Alcoólicos Anônimos e a Comunidade Profissional no âmbito de sua atuação, o que muito contribui para o crescimento dos grupos de A.A., principalmente se for mostrado de forma clara e precisa o que A.A. pode oferecer, para que a mensagem chegue até o alcoólico. Se os profissionais não sentirem firmeza e conhecimento de causa nos membros que os visitam, dificilmente poderão compreender nosso informalismo e aparente falta de organização. 

O QUE FAZ O RCTO? 

A consciência coletiva do Grupo elege o RCTO – Representante de CTO (com mandato de dois anos), que é seu representante perante o CTO do Distrito. Cabe a este servidor, junto com outros membros interessados, divulgar o Grupo que representa em sua comunidade ou bairros, contatando escolas, igrejas, hospitais, empresas, repartições públicas, profissionais liberais etc. Após os seus contatos, caso haja alguma solicitação de palestra, o RCTO poderá promove-la com a ajuda de companheiros interessados do próprio Grupo, ou poderá contatar o CTO do Distrito para promove-la conjuntamente.

QUEM DEVE SER O RCTO?

Sugere-se que este servidor tenha, no mínimo, 02(dois) anos de sobriedade contínua, conhecimento e prática dos três legados, e disponibilidade para atender às exigências do encargo.

AÇÕES DO RCTO NO GRUPO:

O RCTO deve ser um dos primeiros a chegar no local de reunião do seu Grupo, verificando se tudo está de acordo com o que vem sendo divulgado e as instalações estão em perfeitas condições de funcionamento, inclusive com a literatura completa sobre a mesa. Orienta os demais procedimentos, como o acolhimento aos encaminhados da Justiça. É sua responsabilidade, ainda, relatar para seu Grupo, todos os trabalhos e atividades realizadas pelo CTO do Distrito e dos outros segmentos da estrutura sobre o CTO.

Sugestões para o RCTO:

. informar o Grupo sobre o que é o CTO;

. informar sobre os benefícios que os trabalhos do CTO poderão trazer para o Grupo;

. informar o Grupo da necessidade de contribuir para o desenvolvimento dos trabalhos do CTO, pois o     resultado destes trabalhos depende de materiais tais como: cartazes, folhetos, livretos, livros, etc.;

. convidar companheiros interessados para participarem das reuniões do CTO do Distrito;

. sugerir reuniões temáticas no Grupo;

. trabalhar junto com o RSG buscando a harmonia do Grupo;

. Procurar os Órgãos de Serviços (se achar necessário) para orientações e/ou esclarecimentos.

COMO O RCTO INICIA OS TRABALHOS NA COMUNIDADE?

. Faz o levantamento das empresas, profissionais liberais, religiosos, órgãos públicos, etc., obtendo os nomes dos responsáveis pela instituição;

. Envia uma carta, com uma breve descrição de A.A. solicitando retorno em caso de interesse, marcando um contato pessoal para maiores esclarecimentos. Anexar à carta, exemplares da literatura de A.A. adequada ao caso;

. Após cinco dias, via telefone, confirmar o recebimento da carta, colocando-se à disposição para entrevista;

. Afixação do cartaz de divulgação de A.A. em locais públicos, ex.. farmácias, Postos de Saúde, padarias, escolas, igrejas, locais de grande circulação, etc.

. Antes de afixar o cartaz, conversar com o responsável pelo local informando-lhe sobre a existência de um Grupo de A.A. na comunidade, fornecer-lhe folheto informativo (Ex.: A.A. em sua comunidade), pedir autorização para afixar o cartaz, bem como, anotar o nome, endereço e telefone do mesmo para futuros contatos, como por exemplo, convite para Reuniões de Informação ao Público. Será através dos trabalhos do CTO nos Grupos e nos Órgãos de Serviços que teremos a “via de acesso” para a sociedade como um todo ou para a comunidade específica onde se localize um Grupo de A.A.. Muitas pessoas ficarão felizes em saber da possibilidade de recuperação do alcoolismo, se a elas forem dadas informações adequadas do nosso Programa de Recuperação. Em Akron, para se manter sóbrio, ele utilizou um ministro religioso, o Reverendo Walter Tunks, e uma pessoa leiga não-alcoólica, a Sra. Henrietta Seiberling, para encontrar o Dr. Bob. Juntos, para se manterem sóbrios, Bill W. e Dr. Bob contataram uma enfermeira nãoalcoólica, a irmã Ignátia, para localizar outros alcoólicos que precisavam de ajuda. Todos esses métodos ainda são válidos e devem continuar sendo usados.

(Manual do CTO – 2ª edição)


CTO

COMITÊ TRABALHANDO COM OS OUTROS

Para que possamos cumprir eficazmente o nosso Terceiro Legado (Serviço), necessitamos de um mínimo de organização, que poderemos obter constituindo um Comitê Trabalhando com os Outros (CTO), tanto no Grupo como nos demais Órgãos de Serviços de A.A. Baseados na Quinta Tradição: “Cada grupo é animado de um único propósito primordial – o de transmitir sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.” E no Décimo Segundo Passo: “Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.”, é necessário elaborar uma maneira simples e eficiente de atingir tais objetivos. Dia após dia, nós, membros de A.A., mantemos contato com profissionais das mais variadas áreas da atividade humana. Invariavelmente, somos compelidos a divulgar nossa mensagem, seja na mídia ou em cartazes e panfletos. Muitos de nós visitamos hospitais, clínicas de recuperação para alcoólicos, presídios ou cadeias públicas, com o objetivo gratificante e claro de divulgação de nossa mensagem. No entanto, não devemos fazer de forma individualizada e desordenada, sem, muitas vezes, atingir resultados práticos. Para que seja cumprido com eficácia o propósito de A.A. é necessária a formação do Comitê Trabalhando com os Outros. O Comitê Trabalhando com os Outros (CTO) é formado pelas comissões, a saber: Comissão de Cooperação com a Comunidade Profissional (CCCP); Comissão de Informação ao Público (CIP); Comissão de Instituições de Tratamento (CIT) e Comissão de Instituições Correcionais (CIC). Todo o trabalho esboçado neste plano só terá resultado satisfatório se for efetivado de forma ordenada e integrada, com as atividades das Comissões ocorrendo harmoniosamente, sem conflitos nem sobreposição. O Grupo de A.A., que é a unidade básica da Irmandade, deveria fornecer, dentro de suas possibilidades, representantes para o CTO e suas Comissões. Dentro dos Grupos temos companheiros interessados no serviço, com as mais variadas aptidões e graus de conhecimento, não só inerentes à Irmandade, como em relação à comunidade que nos cerca. Estes companheiros se harmonizam com aspectos das várias Comissões e podem assumir aresponsabilidade de coordená-las, procurando sempre apadrinhar outros membros que irão auxiliá-lo na elaboração e execução dos trabalhos do Terceiro Legado, dando vida própria ao Comitê Trabalhando com os Outros.

FINALIDADE DO CTO

A finalidade do básica do CTO é organizar, estruturar, padronizar e facilitar a divulgação da mensagem de A.A. Nenhum alcoólico poderá ser ajudado por Alcoólicos Anônimos se não souber que A.A. existe ou onde poderá encontrá-lo. Portanto, para a manutenção de nossa sobriedade, é necessário a formação de CTOs. Será através dos trabalhos do CTO nos Grupos e nos Órgãos de Serviços que teremos a “via de acesso” para a sociedade como um todo ou para a comunidade específica onde se localize um Grupo de A.A. Muitas pessoas ficarão felizes em saber da possibilidade de recuperação do alcoolismo, se a elas forem dadas informações adequadas do nosso Programa de Recuperação. Não deveria existir nenhuma dificuldade para que os membros-chave da comunidade, como: médicos, advogados, juízes, clérigos, delegados, psicólogos, etc., conheçam a existência de Alcoólicos Anônimos e a nossa disposição de auxiliar qualquer alcoólico que esteja disposto a aceitar ajuda. Certa vez alguém disse que o coração de A.A. é um alcoólico levando a mensagem a outro alcoólico. Esta ainda é uma boa, básica e prática maneira de nos mantermos longe do primeiro gole. Às vezes, utilizamos “terceiras pessoas” para fazer chegar a mensagem a outro alcoólico. Bill W. utilizou um profissional da medicina, não-alcoólico, o Dr. Silkworth, e um hospital, para chegar a outros alcoólicos e manter sua sobriedade. Em Akron, para se manter sóbrio, ele utilizou um ministro religioso, o Rev. Walter Tunks, e uma pessoa leiga não-alcoólica, a Sra. Henrietta Seiberling, para encontrar o Dr. Bob. Juntos, para se manterem sóbrios, Bill W. e Dr. Bob contataram uma enfermeira não-alcoólica, a Irmã Ignatia, para localizar outros alcoólicos que precisavam de ajuda. Todos esses métodos ainda são válidos e devem continuar sendo usados. A mensagem poderá ser levada a muitos outros alcoólicos, através de artigos publicados em jornais e revistas, pelos programas de rádio e televisão, e pela internet. Também levamos a mensagem de A.A. aos hospitais, clínicas de recuperação, cadeias e penitenciárias e aos profissionais de diversas áreas. Claro que se tornará muito mais fácil esta tarefa se houver uma maneira coordenada para executar esses trabalhos. O Comitê Trabalhando com os Outros é a resposta adequada para facilitar a transmissão da mensagem de Alcoólicos Anônimos. O Comitê Trabalhando com os Outros é responsável pelo sucesso do relacionamento entre Alcoólicos Anônimos e a sociedade, no âmbito de sua atuação, o que muito contribui para o crescimento dos Grupos de A.A., principalmente se mostrado de forma clara e precisa o que A.A. oferece, para que a mensagem chegue até o alcoólico. Outro aspecto considerado primordial nos trabalhos do CTO é o estabelecimento do que chamaremos de “estratégia de comunicação interna”, cuja função principal é aumentar o conhecimento dos integrantes dos Grupos sobre o Programa de Recuperação de Alcoólicos Anônimos. Todos nós sabemos da grande importância do conhecimento dos Doze Passos, Doze Tradições e Doze Conceitos, pedras fundamentais de nossa filosofia de atuação, para a recuperação individual e coletiva e para a divulgação da mensagem de A.A. O trabalho de conscientização proposto, para ter o resultado esperado, precisa empregar recursos audiovisuais como fitas gravadas, videocassetes, “slides”, história em quadrinhos, cartazes, folhetos,todos com assuntos relacionados à programação de A.A., bem como “BOB Mural”, revista “VIVÊNCIA” e “JUNAAB Informa”, principalmente quando a falta de material humano não permitir a solução ideal – palestras, seminários ou reuniões temáticas, com exposições ao vivo. Tanto os trabalhos externos, visando tornar a Irmandade conhecida na comunidade, como os internos, objetivando dar aos Grupos a conscientização desejável para conseguir manter em seu seio os alcoólicos que os procuram, precisam ser ordenados e de modo a aproveitar melhor cada elemento de serviço, racionalizando sua atuação para concretizar o máximo de suas possibilidades dentro das comissões.

COMO POR EM PRÁTICA O TRABALHO DO CTO

(Trabalhando dentro das Tradições) O papel de um profissional, seja ele médico, religioso, comunicador ou jornalista, assistente social, delegado ou qualquer outro, na relação com um alcoólico, é muito diferente do nosso costume de compartilhar experiências e colocar em prática o Programa de Recuperação de Alcoólicos Anônimos. Esses profissionais trabalham sob o ponto de vista de suas especialidades e é vital, para nossa Irmandade, que eles entendam nosso programa e nossa maneira de trabalhar com alcoólicos. Os trabalhos a serem executados pelas Comissões exigem cuidados especiais que, se não forem considerados, poderão atrapalhar o seu funcionamento, por isso, seus integrantes devem ser Aas com uma boa capacidade de comunicação e um sólido conhecimento e prática dos princípios de Recuperação, Unidade e Serviço. A formação, procedimentos, manutenção financeira e membros das Comissões estão descritas no manual de Serviço de A.A. Os princípios que nos guiam como Irmandade estão contidos nas Doze Tradições. A responsabilidade de preservar essas Tradições é somente nossa. Não podemos esperar que pessoas de fora da Irmandade compreendam nossas tradições, a menos que nós, membros de A.A. estejamos bem informados sobre elas e, sobretudo, que as observemos e as pratiquemos em nossas ações. Nossas Tradições estão em grande parte, contidas em nosso Preâmbulo, que afirma: “O único requisito para se tornar membro é o desejo de parar de beber. Para ser membro de A.A. não há taxas ou mensalidades; somos auto suficientes, graças às nossas próprias contribuições. A.A. não está ligada a nenhuma seita ou religião, nenhum movimento político, nenhuma organização ou instituição; não deseja entrar em qualquer controvérsia; não apóia nem combate quaisquer causas. Nosso propósito primordial é manter-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a alcançarem a sobriedade.” C CTO deverá trabalhar no sentido da mensagem fluir com a responsabilidade traduzida pelo cumprimento das Tradições de A.A., especialmente dentro espírito da cooperação. O conhecimento e a prática em nossa vida diárias dos princípios contidos nas Doze Tradições de A.A. dão as diretrizes para realizarmos um bom trabalho no CTO. Vejamos. 

A Primeira – assinala que a recuperação individual depende da Unidade de A.A. É algo que devemos ter sempre em mente. Sob quaisquer circunstâncias nossa Unidade deve ser preservada. O todo é mais importante que as partes que o compõem. 

A Segunda – nos lembra que um Deus amantíssimo, que Se manifesta em nossa consciência coletiva, é a nossa única autoridade. É uma fonte de inspiração para nós, objetivando principalmente não tentarmos impor uma forma “correta” de trabalhar o programa para os outros membros, aparentemente relutantes.

A Terceira – “O único requisito para ser membro...” nos diz que não temos o direito, a autoridade ou a competência para julgar quem é alcoólico, se deseja ou não parar de beber e se quer ou não se tornar membro de A.A.

A Quarta – dá autonomia ao Grupo para conduzir suas atividades como julgar melhor, desde que essa autonomia não interfira em outros Grupos ou em A.A. no seu todo.

A Quinta – assinala o primordial e único propósito de qualquer Grupo de A.A.: transmitir a mensagem de A.A. ao alcoólico que ainda sofre.

A Sexta – afirma que “nenhum Grupo de A.A. deverá jamais sancionar, financiar ou emprestar o nome de Alcoólicos Anônimos a qualquer sociedade parecida ou empreendimento alheio à Irmandade, para evitar que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio não nos afastem do nosso objetivo primordial”. Algumas instituições, que têm seus próprios programas de tratamento de alcoolismo, cooperam muito com A.A. e seus representantes falam muito animados de nosso Programa de Recuperação. Até que ponto devemos participar nos programas dessas instituições? A experiência nos tem norteado de maneira simples: cooperamos, porém não nos afiliamos. Queremos trabalhar com outras organizações que tratam do alcoolismo; porém, sem nos confundir com elas perante o público.

A Sétima – enfatiza que “todos os Grupos de A.A. deverão ser absolutamente auto-suficientes, rejeitando quaisquer doações de fora”. Como alcoólicos ativos, muitos de nós sempre estivemos ependendo de ajuda. Hoje, parte de nossa recuperação pessoal está em fazer de nós mesmos seres humanos responsáveis. O mesmo princípio se aplica à nossa Irmandade e muito do respeito que atualmente se tem por A.A. é o resultado da aplicação desse princípio.

A Oitava – diz que “Alcoólicos Anônimos deverá manter-se sempre não profissional”. Esta Tradição nos mostra a linha divisória entre o trabalho voluntário de Décimo Segundo Passo e os serviços remunerados, mesmo que executados por membros da Irmandade. Ela nos orienta, mesmo assim, que como AAs nos mantenhamos no que melhor conhecemos (Recuperação pessoal e Décimo Segundo Passo), não nos transformando em profissionais no campo do alcoolismo.

A Nona – recomenda que Alcoólicos Anônimos jamais deverá ter uma organização formal; porém, necessitamos de organismos de serviço que funcionem de maneira harmoniosa e com competência, para cumprirmos nosso objetivo primordial. Se ninguém fizer as tarefas dos Grupos, se o telefone tocar em vão, se não respondermos nossa correspondência, então A.A., tal como o conhecemos, pararia. Embora esta Tradição pareça tratar somente de coisas práticas em seu funcionamento, ela revela uma sociedade animada apenas pelo espírito de servir.

A Décima – diz que “Alcoólicos Anônimos não opina sobre questões alheias à Irmandade; portanto, o nome de A.A. jamais deverá aparecer em controvérsias públicas.” Aqui, novamente somos lembrados para tratar somente de nossos propósitos assuntos, sem nos desviar de nosso único propósito primordial. Colocando-nos fora de controvérsias públicas, reforçamos a Unidade de nossa Irmandade, assim como sua reputação perante o público.

A Décima Primeira – “Nossas relações com o público baseiam-se na atração em vez da promoção”. A relação com o público é importantíssima. Precisamos manter nosso anonimato pessoal. Procuramos divulgação para os princípios de A.A. e não para seus membros. Esta Tradição é um lembrete permanente e prático de que a ambição pessoal não tem lugar em A.A. Nela cada membro se torna uma diligente guardião de nossa Irmandade.A Décima Segunda – “O anonimato é o alicerce espiritual das nossas Tradições, lembrando-nos sempre da necessidade de colocar os princípios acima das personalidades.” A subordinação de nossos anseios pessoais ao bem comum é a essência de nossas Tradições. A substância do anonimato é o sacrifício. Temos a certeza que a humildade, expressa pelo anonimato, é a maior salvaguarda que Alcoólicos Anônimos sempre poderá ter.

(Fonte: Guias do CTO – 3.000 – 05/2007 – Páginas: 3 a 10)


CTO DO GRUPO

A consciência coletiva do Grupo elege o RCTO – Representante de CTO (com mandato de dois anos), que é seu representante perante o CTO do Distrito. Cabe a esse servidor, junto com outros membros interessados, divulgar o Grupo que representa em sua comunidade ou bairros, contando escolas, igrejas, hospitais, empresas, repartições públicas, profissionais liberais, etc. Após os seus contatos, caso haja alguma solicitação de palestra para uma das Comissões, o RCTO poderá promove-la com a ajuda de companheiros interessados do próprio Grupo, ou poderá contatar o CTO do Distrito para promove-la conjuntamente. Sugere-se que esse servidor tenha, no mínimo, 2 (dois) anos de sobriedade continua, conhecimento e prática dos Três Legados, e disponibilidade para atender às exigências do encargo.

O RCTO deve ser um dos primeiros a chegar no local de reunião do seu Grupo, verificando se tudo está de acordo com o que vem sendo divulgado e se as instalações estão em perfeitas condições de funcionamento, inclusive a literatura completa sobre a mesa. Deve ser o responsável por uma calorosa recepção, extensiva aos já companheiros de Grupo. Enfim, toda atenção e carinho que TODOS alcoólicos merecem.

Orienta os demais procedimentos, como o acolhimento aos encaminhados pela justiça. É sua responsabilidade, ainda relatar, para ao seu Grupo, todos os trabalhos e atividades realizados pelo CTO do Distrito, e dos outros segmentos da estrutura sobre o CTO.


CTO DO DISTRITO

É o órgão encarregado da execução das atividades do CTO no Distrito. Contará com o serviço da secretaria e tesouraria do Distrito. É formado pelo Coordenador do CTO do Distrito (eleito com mandato de dois anos), pelas Comissões (CCCP, CIP, CIT e CIC) e os RCTOs dos Grupos. Procedimentos: o coordenador do CTO do Distrito reúne-se com os coordenadores das comissões e RCTOs dos Grupos e presta relatório na reunião do Distrito; relaciona membros interessados em participar, contendo nome e endereço; faz um planejamento com cronograma de trabalho a ser realizado. Nas reuniões mensais, o CTO do Distrito poderá também padronizar a mensagem a ser divulgada no seu âmbito, evitando assim choque de informações e realizar reuniões de treinamento, Os Coordenadores dos CTOs dos Distritos integrarão o Comitê de Distrito e o CTO sediado no ESL. A manutenção financeira será de responsabilidade da tesouraria do Distrito. Para participar de uma comissão, é desejável que o servidor tenha uma sobriedade contínua e que esteja vivenciando os três legados de A.A.


CTO DO ESL / SETOR 

É o Órgão encarregado da execução das atividades do CTO no Setor. O seu coordenador tem mandato de 2 anos, é homologado pela Assembléia do CR/Setor. Suas atividades principais: reunir-se  periodicamente, com os coordenadores do CTO dos Distritos, relatando os serviços executados na sua região e levando para os Distritos o resultado dos trabalhos realizados em outras localidades; avaliar se os trabalhos estão dentro dos princípios de A.A.; registrar e repassar aos Distritos os pedidos de serviços pertinentes ao CTO; planejar e orientar os trabalhos do CTO em nível de Setor; orientar sobre reuniões de treinamento; coordenar os trabalhos para realização de Seminários para Profissionais e de reuniões de informação ao público; manter registros e arquivos dos documentos relativos ao CTO; padronizar a mensagem a ser divulgada na comunidade e participar das reuniões do CTO do ESL-SEDE. Sua manutenção financeira é de responsabilidade da tesouraria do Setor e os trabalhos de secretaria poderão ser executados pelo Secretário II do ESL/Setor.


CTO DO ESL – SEDE

O seu coordenador será homologado pela Assembléia do CR, com mandato de 2 anos, e representará o CTO em nível de Área. Suas atividades serão desempenhadas em conjunto com a Diretoria do ESL-SEDE. Atribuições: visitar e participar das reuniões dos demais órgãos do CTO no âmbito da Área; encaminhar relatórios para o CTO da JUNAAB; distribuir para os ESL/Setores e Distritos as informações recebidas; reunir-se periodicamente, com os coordenadores do CTO dos ESL/Setores e Distritos relatando os serviços executados na sua região, levando para os ESLs o resultado dos trabalhos realizados em outras localidades e avaliar os trabalhos, se estão dentro dos princípios de A.A.; registrar e repassar aos ESLs/Setores e Distritos os pedidos de serviços pertinentes ao CTO; planejar e orientar os trabalhos do CTO em nível de Área; orientar sobre reuniões de treinamento; coordenar os trabalhos para realização de Seminários para Profissionais, e de reunião de Informação ao Público; manter registros e arquivos dos documentos recebidos/expedidos; padronizar a mensagem a ser divulgada na comunidade; e cuidar do material necessário para informação pública. Sua manutenção financeira é de responsabilidade da tesouraria do ESL Sede e os trabalhos de secretaria poderão ser executados pelo Secretário II do ESL Sede.


CTO DA JUNAAB

Encarregado de elaborar a política de divulgação da Irmandade de A.A. em nível nacional. Analisa todas as notícias recebidas das Áreas, através do ESL-SEDE; elabora material para ser publicado pelo boletim JUNAAB Informa; colhe experiências práticas para revisão das orientações sobre o serviço de CTO; representa a JUNAAB nos eventos de CTO. É coordenado por membros escolhido pela Junta de Custódios e funciona no ESG. Quando a Junta de Custódios precisa tomar decisões que abrangem toda a Irmandade, necessita de assessoramento desse Comitê em assuntos específicos de divulgação e cooperação com os segmentos da sociedade que trabalham no campo do alcoolismo.

COMISSÃO TRABALHANDO COM OS OUTROS DA CONFERÊNCIA

Formada por membros da Conferência, reúne-se durante a CSG respectiva, elegendo um coordenador e um relator. Analisa e discute as propostas de recomendações encaminhadas pelas Áreas, e as aprovadas serão submetidas à apreciação do plenário, pelo relator.

(Fonte: Manual de Serviço de A.A.- Edição 2005 – paginas: 108 a 111)